3 macrotendências que estão redefinindo a moda em 2021

Para você que já começou o texto se perguntando o que raios seria uma macrotendência, vamos começar por aqui:

Macrotendências são análises de consumo, identidade, comportamento e outras referências que resultam em tendências socioculturais. Essas, por sua vez, têm influência por um período maior de tempo não só na moda mas no mercado inteiro, em áreas como tecnologia, design, marketing e etc.

Com isso em mente, vamos entender quais são as macrotendências que estão mais presentes na moda neste ano.

 

Essa macrotendência conversa principalmente com as marcas e a forma como se comunicam. A economia afetiva entende que é importante criar conexões genuínas com seu público. A marca e o cliente devem se identificar e, por isso, veremos cada vez mais marcas buscando entender quem são esses clientes e se posicionando com eles.

 

Como exemplo temos a indústria dos cosméticos cada vez mais dedicada aos produtos veganos e ao fim dos testes em animais, assim como marcas de moda nos mostrando um pouco mais sobre seu processo de criação e se posicionando para a minimização de uma das indústrias mais poluentes do mundo. Slow fashion, movimento contrário a produção em massa do fast-fashion, está super em alta!

Complementando a primeira, essa também pode ser um exemplo de como pessoas podem se identificar com as marcas: por meio da pluralidade. 

Entender seu público-alvo é importante para uma marca, mas entender que nós consumidores somos diversos também é. Corpos, etnias, gêneros. Todos devemos ser igualmente atendidos pelos produtos.

Foi na junção dessas duas coisas que a fenômeno Fenty Beauty esgotou milhares de tons de base em questão de horas ao redor do mundo, ou como a Chanel vem chamando atenção em seus últimos desfiles com a inclusão de modelos plus-size. Diversidade nunca sai de moda.

 

Agora falando sobre dois dos públicos definidos pela WGSN, grande empresa pesquisadora de tendências, trouxemos dois casos que também conversam com as macrotrends anteriores.

 

 

Os guardiões da empatia são definidos como generosos, éticos e ambientalistas. Empresas também devem ser humildes, reconhecer erros e o lema deve ser empatia. Bons exemplos de como engajar esse público foram a Versace, ao se tornar fur-free, e a brasileirinha de skincare Sallve, que notou um erro em uma de suas fórmulas e comprometeu-se a recolher os produtos e reembolsar os compradores, inclusive pelo frete.

Já os criadores de mercado são caracterizados pela sua autenticidade, independência e autoconfiança. Empreendedores e marcas devem prezar pela nossa liberdade de escolha e criatividade. Alguns bons exemplos de como conquistar esse público são a Dolce & Gabanna, que está contratando artistas locais para personalizar seus sneakers de acordo com as preferências dos clientes, e a loja colaborativa Endossa, que estimula o consumo de marcas menores e independentes em um espaço com um ar mais alternativo.

 

E aí, você consegue identificar outros espaços onde essas macrotendências estão agindo? Conta pra gente!

 

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